
O avanço do sarampo voltou a chamar a atenção das autoridades de saúde nos Estados Unidos e no Brasil. Na Pensilvânia, quatro mortes associadas à doença foram registradas em 2026, no maior surto enfrentado pelo estado em mais de três décadas. Até setembro, os Estados Unidos já contabilizavam mais de 3,2 mil casos confirmados da doença.
No Brasil, São Paulo também registrou novos casos e chegou a 36 confirmações de sarampo em 2026. A maior parte das ocorrências está concentrada na capital paulista. Entre os pacientes estão crianças com esquema vacinal incompleto e adultos com diferentes históricos de vacinação.
O Ministério da Saúde também acompanha três casos importados identificados em Tabatinga, no Amazonas, em pessoas procedentes do Peru e sem histórico de vacinação. A região fica na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru e possui intenso fluxo de pessoas. Apesar dos registros, o país permanece sem transmissão sustentada do vírus.
Altamente contagioso, o sarampo pode provocar complicações graves, principalmente entre crianças pequenas e pessoas que não estão imunizadas. A principal forma de prevenção é a vacinação, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Diante do cenário internacional e dos novos registros no país, as autoridades reforçam a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada.





